segunda-feira, 24 de maio de 2010

O dia em que entendi Neturei Karta e Kharijitas: "todo mundo é uma ilha"


Eu não consigo odiar ninguém e não há nada que eu possa fazer a não ser viver em um cordão. Talvez aquela bolha de película fina em que eu me mantenho acordado pode vir a romper, uma vez que a velocidade relativa pode reduzir e, de acordo com o mesmo referencial, mudar de sentido, até porque é tão difícil ser um estrangeiro. Por essa razão, eu posso dormir sem querer e me deixar levar pela hipocrisia do mundo adulto.
O interessante é que há idéias tão modernas e poéticas, as quais se mudam rapidamente. E ainda há quem sabe no que acredita, assim como há suicidas que nós julgamos insanos e insensatos. Posso concluir, então, que não são os norte-americanos, tampouco os muçulmanos que são os verdadeiros terroristas. Por que não pode ser a gente, que transforma a espiritualidade em algo tão racional?
Deixo então mais uma questão: ao incitar a violência, o que virá ao mundo depois de nós?
Na visibilidade de um futuro hereditário, observando relações melindrosas, crendo que alguns são inteligíveis e tentando não ser prolixo, a mensagem final é a seguinte:
Lute pela redução dos impostos porque a maré está estreita. Ou você não acredita nas algas marinhas?